{"id":3619,"date":"2024-08-19T14:01:00","date_gmt":"2024-08-19T14:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/?p=3619"},"modified":"2025-04-15T14:06:47","modified_gmt":"2025-04-15T14:06:47","slug":"leveraging-digital-earth-africas-products-to-understand-african-livestock-sustainability","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/leveraging-digital-earth-africas-products-to-understand-african-livestock-sustainability\/","title":{"rendered":"Aproveitar os produtos da Digital Earth Africa para compreender a sustentabilidade da pecu\u00e1ria africana"},"content":{"rendered":"<p>Os investigadores forneceram uma an\u00e1lise importante sobre os balan\u00e7os alimentares do gado utilizando o mapa de extens\u00e3o de terras agr\u00edcolas da Digital Earth Africa, juntamente com outros produtos de dados em grelha. Os resultados fornecem uma vis\u00e3o cr\u00edtica sobre a sustentabilidade e a gest\u00e3o do gado ruminante na Eti\u00f3pia e no Burkina Faso.<\/p>\n\n\n\n<p>Simon Fraval, um dos investigadores envolvidos no estudo, acredita que a utiliza\u00e7\u00e3o dos mapas de extens\u00e3o da Digital Earth Africa \u00e9 ideal para estudar a complexa diversidade dos sistemas agr\u00edcolas em \u00c1frica. Ele diz: \"Com produtos de dados de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, poderosos recursos de computa\u00e7\u00e3o e uma interface de utilizador familiar, a plataforma Digital Earth Africa \u00e9 um valioso facilitador para a investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\".&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m de aceder ao&nbsp;<a href=\"https:\/\/maps.digitalearth.africa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mapas de \u00c1frica do Digital Earth<\/a>A equipa de investiga\u00e7\u00e3o teve a oportunidade de trabalhar na plataforma Digital Earth Africa&nbsp;<a href=\"https:\/\/sandbox.digitalearth.africa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caixa de areia&nbsp;<\/a>como \"utilizadores avan\u00e7ados\". A pedido, os utilizadores avan\u00e7ados disp\u00f5em, gratuitamente, de muito mais espa\u00e7o na Sandbox para permitir a an\u00e1lise de grandes quantidades de dados que, de outro modo, n\u00e3o seriam poss\u00edveis no ambiente Sandbox normal.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Antecedentes do estudo<\/h3>\n\n\n\n<p>Na \u00c1frica Subsariana (SSA), \u00e0 medida que as popula\u00e7\u00f5es aumentam, h\u00e1 uma procura crescente de alimentos de origem animal. Nos pa\u00edses onde os meios de subsist\u00eancia e a seguran\u00e7a alimentar s\u00e3o significativamente apoiados pela cria\u00e7\u00e3o de gado, \u00e9 fundamental que os decisores a n\u00edvel local, subnacional e nacional tenham um bom conhecimento da disponibilidade de alimentos para animais.<\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores Simon Fraval e John Mutua, et al., efectuaram um estudo intitulado,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1751731124001307\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\"Balan\u00e7os alimentares para o gado ruminante: estimativas em grelha para regi\u00f5es com limita\u00e7\u00f5es de dados\"<\/a>&nbsp;- para avaliar os balan\u00e7os alimentares (equil\u00edbrio entre as necessidades de alimenta\u00e7\u00e3o do gado e a quantidade de alimentos utiliz\u00e1veis) para o gado ruminante na Eti\u00f3pia e no Burkina Faso. Ambas as economias s\u00e3o essencialmente orientadas para a agricultura, a agricultura de subsist\u00eancia e a cria\u00e7\u00e3o de gado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, a Eti\u00f3pia tinha a maior popula\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria de \u00c1frica, com mais de 70 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado, 40 milh\u00f5es de ovelhas e 50 milh\u00f5es de cabras. Estes animais s\u00e3o criados principalmente em sistemas mistos de culturas e pecu\u00e1ria nas terras altas, bem como em sistemas pastoris ou agro-pastoris. No mesmo ano, o Burkina Faso tinha 10 milh\u00f5es de bovinos, 11 milh\u00f5es de ovinos e 17 milh\u00f5es de caprinos. A maior parte da popula\u00e7\u00e3o bovina do Burkina Faso \u00e9 criada em sistemas pastoris ou agro-pastoris, seguida, em menor grau, por sistemas semi-intensivos e uma pequena percentagem criada em sistemas intensivos.<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00e1rea de estudo abrangeu a extens\u00e3o da massa terrestre de 1,10 milh\u00f5es de km2 da Eti\u00f3pia na \u00c1frica Oriental e 0,27 milh\u00f5es de km2 do Burkina Faso na \u00c1frica Ocidental.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">An\u00e1lise apoiada em dados do EO<\/h3>\n\n\n\n<p>A disponibilidade de alimentos para o gado tem sido modelada de v\u00e1rias formas, tendo as an\u00e1lises mais pormenorizadas sido efectuadas a escalas subnacionais, integrando medi\u00e7\u00f5es no terreno e estimativas de biomassa derivadas de sat\u00e9lites. (Neste caso, a biomassa refere-se \u00e0 por\u00e7\u00e3o alimentar das culturas).<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo de Fraval et al. estimou a disponibilidade de biomassa para o consumo de gado ruminante utilizando produtos em grelha sobre uma s\u00e9rie de factores-chave. Estes inclu\u00edam a utiliza\u00e7\u00e3o da terra, a produtividade da mat\u00e9ria seca acima do solo (culturas), os tipos de culturas, os padr\u00f5es ambientais c\u00edclicos, a queima de biomassa e a demarca\u00e7\u00e3o de \u00e1reas protegidas (como parques e reservas nacionais).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para estimar a produtividade l\u00edquida de mat\u00e9ria seca e, por conseguinte, a disponibilidade de mat\u00e9ria seca para consumo pelo gado ruminante, o estudo utilizou dados previamente derivados do servi\u00e7o de Monitoriza\u00e7\u00e3o de Terras do Copernicus. Verificou-se que a propor\u00e7\u00e3o de terras cultivadas neste produto sub-representava as terras ar\u00e1veis, pelo que o estudo utilizou o produto de extens\u00e3o de terras cultivadas espec\u00edfico da regi\u00e3o da Digital Earth Africa. A extens\u00e3o das terras cultivadas foi estimada como sendo representativa de 2019, utilizando imagens do Sentinel 2. O produto foi produzido utilizando mais de 25 000 amostras de treino em toda a \u00c1frica e validado com 1800 amostras em oito regi\u00f5es (variando de 130 a 300 amostras por regi\u00e3o). Os pixels classificados como terras agr\u00edcolas foram filtrados utilizando um algoritmo de dete\u00e7\u00e3o de objectos, que removeu \u00e1reas de terras agr\u00edcolas isoladas com menos de 1 ha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conclus\u00f5es<\/h3>\n\n\n\n<p>Verificou-se que os pontos cr\u00edticos de escassez de alimentos para animais est\u00e3o localizados de forma mais proeminente nas terras altas da Eti\u00f3pia e na zona agro-ecol\u00f3gica do Sahel do Burkina Faso. Isto fornece informa\u00e7\u00e3o que pode conduzir a ac\u00e7\u00f5es cr\u00edticas; por exemplo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>As iniciativas pol\u00edticas e de investimento do lado da procura podem abordar os pontos cr\u00edticos, influenciando a dimens\u00e3o dos efectivos, as necessidades nutricionais e a mobilidade dos efectivos.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>As iniciativas pol\u00edticas e de investimento do lado da oferta podem garantir os recursos alimentares existentes, desenvolver novas fontes de alimentos para animais e incentivar o com\u00e9rcio desses recursos.\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A melhoria dos balan\u00e7os alimentares ser\u00e1 \u00fatil para os decisores com o objetivo de otimizar a produtividade do gado, minimizar a exposi\u00e7\u00e3o a choques clim\u00e1ticos e minimizar a intensidade das emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pr\u00f3ximas etapas<\/h3>\n\n\n\n<p>Mutua e Fraval, et al. est\u00e3o atualmente a trabalhar para alargar a sua abordagem a mais tr\u00eas pa\u00edses-piloto, nomeadamente a Nig\u00e9ria, os Camar\u00f5es e a Som\u00e1lia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este projeto est\u00e1 a ser realizado atrav\u00e9s de uma colabora\u00e7\u00e3o entre o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.au-ibar.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gabinete Internacional da Uni\u00e3o Africana para os Recursos Animais<\/a>, o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ilri.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instituto Internacional de Investiga\u00e7\u00e3o Pecu\u00e1ria<\/a>&nbsp;e o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ed.ac.uk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade de Edimburgo<\/a>. Estas estimativas do balan\u00e7o alimentar constituir\u00e3o uma nova fonte de dados para os decisores no planeamento de sistemas pecu\u00e1rios mais resistentes, sustent\u00e1veis e equitativos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Interagir com a plataforma da Digital Earth Africa&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>Fraval afirma que o que distingue a plataforma da Digital Earth Africa de outras plataformas de dete\u00e7\u00e3o remota online s\u00e3o os seus produtos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, os poderosos recursos de computa\u00e7\u00e3o e a interface de utilizador intuitiva. Mas h\u00e1 mais. O ethos e o ecossistema em torno da oferta principal est\u00e3o bem alinhados com iniciativas que procuram uma mudan\u00e7a positiva para toda a vida que habita o continente africano. Esta combina\u00e7\u00e3o de qualidade e alinhamento \u00e9 uma oferta \u00fanica.\"<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Ler mais<\/h3>\n\n\n\n<p>Para aceder ao estudo completo, clique nesta liga\u00e7\u00e3o: \"<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S1751731124001307\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Balan\u00e7os alimentares dos ruminantes: estimativas em grelha para regi\u00f5es com limita\u00e7\u00f5es de dados<\/a>\".<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Sobre os autores do estudo<\/h3>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"500\" src=\"https:\/\/digitalearthafrica.org\/wp-content\/uploads\/Simon.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-3622\" style=\"width:246px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/digitalearthafrica.org\/wp-content\/uploads\/Simon.webp 500w, https:\/\/digitalearthafrica.org\/wp-content\/uploads\/Simon-150x150.webp 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.digitalearthafrica.org\/sites\/default\/files\/inline-images\/Simon%20Fraval.png\"><\/a>Simon Fraval<\/strong>&nbsp;\u00e9 um consultor independente, especializado em sustentabilidade ambiental e nutri\u00e7\u00e3o humana. Com mais de 15 anos de experi\u00eancia na abordagem dos desafios do sistema alimentar, Simon contribuiu para melhorar a seguran\u00e7a alimentar e a sustentabilidade em diversas regi\u00f5es, incluindo a Austr\u00e1lia, os Pa\u00edses Baixos, a Am\u00e9rica Central, a Indon\u00e9sia e a \u00c1frica Subsariana.<\/p>\n\n\n\n<p>Simon obteve o seu doutoramento na Universidade de Wageningen e foi investigador de p\u00f3s-doutoramento na Universidade de Edimburgo, onde aperfei\u00e7oou os seus conhecimentos na integra\u00e7\u00e3o de imagens de dete\u00e7\u00e3o remota com outras fontes de dados para apoiar a tomada de decis\u00f5es para sistemas alimentares mais equitativos e sustent\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho do autor principal neste estudo foi apoiado por uma bolsa TRAIN@ED financiada pelo programa de investiga\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o Horizonte 2020 da Uni\u00e3o Europeia ao abrigo do acordo de subven\u00e7\u00e3o Marie Sk\u0142odowska-Curie n.\u00ba 801215 e pelo programa de inova\u00e7\u00e3o orientada por dados da Universidade de Edimburgo, parte do acordo da regi\u00e3o da cidade de Edimburgo e do Sudeste da Esc\u00f3cia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"500\" src=\"https:\/\/digitalearthafrica.org\/wp-content\/uploads\/1.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-3623\" style=\"width:278px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/digitalearthafrica.org\/wp-content\/uploads\/1.webp 500w, https:\/\/digitalearthafrica.org\/wp-content\/uploads\/1-150x150.webp 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.digitalearthafrica.org\/sites\/default\/files\/inline-images\/1.png\"><\/a>John Mutua<\/strong>&nbsp;\u00e9 candidato a doutoramento na Escola de Geoci\u00eancias e na Academia Global de Agricultura e Seguran\u00e7a Alimentar da Universidade de Edimburgo e bolseiro de doutoramento no Observat\u00f3rio Jameel de A\u00e7\u00e3o Precoce para a Seguran\u00e7a Alimentar. Antes disso, John trabalhou como analista geoespacial na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.digitalearthafrica.org\/media-center\/blog\/blank\">Alian\u00e7a entre a Bioversity International e o CIAT<\/a>. A sua investiga\u00e7\u00e3o atual centra-se na utiliza\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise espacial e da modeliza\u00e7\u00e3o ambiental para informar a tomada de decis\u00f5es em sistemas agr\u00edcolas e pecu\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o seu doutoramento, John est\u00e1 a utilizar a observa\u00e7\u00e3o da terra (EO) combinada com dados locais ver\u00eddicos para estimar a composi\u00e7\u00e3o da dieta do gado na \u00c1frica Oriental. S\u00e3o necess\u00e1rios dados sobre as dietas dos animais no sector pecu\u00e1rio da \u00c1frica Oriental para modelar estimativas precisas das emiss\u00f5es, prever as necessidades alimentares para melhorar as estrat\u00e9gias de alimenta\u00e7\u00e3o e orientar as interven\u00e7\u00f5es para as comunidades em risco de secas e outros choques.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Researchers have provided an important analysis on feed balances of livestock using Digital Earth Africa\u2019s cropland extent map along with other gridded data products. The results provide critical insight into the sustainability and management of ruminant livestock in Ethiopia and Burkina Faso. Simon Fraval, one of the researchers involved in the study, believes that using [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3620,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"audience":[],"class_list":["post-3619","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-use-cases"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3619","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3619"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3619\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3624,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3619\/revisions\/3624"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3620"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3619"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3619"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3619"},{"taxonomy":"audience","embeddable":true,"href":"https:\/\/digitalearthafrica.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/audience?post=3619"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}